quinta-feira, 22 de março de 2007

Adeus Ipiranga*



O Ipiranga já não é mais nosso. Ou melhor, a Ipiranga. Aliás, há muito tempo não é. Esta tal globalização, acaba transformando todas as empresas em patrimônio do mundo para que possam sobreviver ao mercado. O que realmente chama a atenção no caso da Ipiranga, é o fato de que a empresa crescia gradativamente no mercado de combustíveis. Só no ano passado a empresa apresentou faturamento de R$ 31,5 bilhões. Crescimento de 12% se comparado ao ano anterior.

A Ipiranga que surgiu no pampa, primeiramente com a participação de brasileiros e argentinos, criando a destilaria Rio Grandense de Petróleo S/A, teve em 1936, os uruguaios como novos membros do grupo, fundando assim a Ipiranga S/A Cia Brasileira de Petróleo, que deu início 'a suas atividades no dia 7 de setembro do ano seguinte.

Este é apenas um resumo da criação da empresa que virou referência no mercado petrolífero. No entanto este ano de 2007 marca o fim da companhia. Três grupos – Petrobrás, Braskem e Ultra - compram a Ipiranga por U$$ 4 bilhões.

No que implica uma ação como esta tendo em vista que a Ipiranga era a terceira no mercado? Agora a Petrobrás fica com mais de 50% da fatia do bolo. Monopólio? Sabe-se lá.

No entanto, ao que parece o próprio mercado não questionará a supremacia da estatal brasileira. Afinal,. há muito tempo as empresas estrangeiras vem mostrando desinteresse pelo mercado nacional. A Esso, por exemplo, faz apenas a manutenção básica de sua presença no país.

A Ipiranga é agora de um consórcio que reune três empresas. O valor da compra(U$$ 4 bi) foi dividido entre cinco famílias - Gouvêa Vieira, Tellechea, Ormazabaal, Matos e Aguiar. Belo negócio. Entretanto, o que esperamos agora é que o reflexo disso não atinja o consumidor. Ou melhor, o seu bolso.

*Editada por Marcelo de Bona

segunda-feira, 19 de março de 2007

Mais uma vez nos aeroportos


O problema sempre esteve ali. No entanto, foi necessário uma tragédia (vôo gol 1907) para que ele viesse a tona. Agora é o momento de reflexão e ajustes. No entanto, a demora para que os problemas sejam sanados continuam a deflagrar caos nos aeroportos de todo o Brasil.

O efeito é cascata e imediato. Desta vez começou em Congonhas. A partir daí, reflexos em todo o país. Atrasos, espera, revolta, cancelamentos e poucas explicações. Segundo nota da INFRAERO apenas amanhã os aeroportos recuperaram seu ritmo normal. Até lá o problema continua. Mas, não deve parar.

Segundo o último boletim da Infraero, 297 dos 1001 vôos em território nacional sofreram atraso nesta segunda. Em Porto Alegre, por exemplo, houve 14 atrasos entre os mais de 60 vôos previstos.

O presidente Lula preocupado com este novo apagão reuniu-se imediatamente com ministros, além do presidente da Infraero

Adeus Ipiranga


O Ipiranga já não é mais nosso. Ou melhor, a Ipiranga. Aliás, há muito tempo não é. Esta tal globalização deixa todas empresas patrimônio do mundo. Ou pelo menos buscando isso para sobreviverem ao mercado. O que espanta no caso da Ipiranga é que a empresa crescia no mercado de combustíveis. Só no ano passado a empresa apresentou faturamento de R$ 31,5 bilhões. Crescimento de 12% se comparado ao ano anterior.

A Ipiranga surgiu no pampa. Primeiro com brasileiros e argentinos criando a destilaria Rio Grandense de Petróleo S/A. Depois, em 1936, os uruguaios entram no grupo e fundam a Ipiranga S/A Cia. Brasileira de Petróleo. Começando suas atividades no dia 7 de setembro do ano seguinte.

Este é apenas um resumo da criação da empresa que virou referência no mercado petrolífero. No entanto este ano de 2007 marca o fim da companhia. Três grupos – Petrobrás, Braskem e Ultra - compram a Ipiranga por U$$ 4 bilhões.

No que implica uma ação como esta tendo em vista que a Ipiranga era a terceira no mercado? Agora a Petrobrás fica com mais de 50% da fatia do bolo. Monopólio? Sabe-se lá.

No entanto, ao que parece o próprio mercado não questionará a supremacia da estatal brasileira. Afinal,. há muito tempo as empresas estrangeiras vem mostrando desinteresse pelo mercado nacional. A Esso, por exemplo, faz apenas a manutenção básica de sua presença no país.

A Ipiranga agora é de um consórcio que reuni três empresas. O valor da compra(U$$ 4 bi) foi dividido entre cinco famílias - Gouvêa Vieira, Tellechea, Ormazabaal, Matos e Aguiar. Belo negócio. Entretanto, o que esperamos agora é que o reflexo disso não atinja o consumidor. Ou melhor, o seu bolso.

quinta-feira, 8 de março de 2007

O Motoqueiro Fantasma em quadrinhos





Estas são algumas capas do lendário motoqueiro da Marvel Comics. O MotoqueiroFantasma "nasceu" nos quadrinhos em agosto de 1972. Agora em 2007 é a vez da HQ ganhar as telas e o motoqueiro fantasma ganhar vida na pele de Nicolas Cage.








Dica de site:


terça-feira, 6 de março de 2007

A versão no cinema de Motoqueiro Fantasma

Nicolas Cage interpreta Johnny Blaze (adulto), depois de ele já ter feito uma negociação quando criança com o desprezível Mefisto (Peter Fonda): sua alma em troca da recuperação do pai que está com câncer. Ainda assim, o pai de Johnny Blaze morre em um acidente.

Blaze participa de acrobacias com motocicletas. O personagem se arrisca nas manobras e sempre sai ileso e isso deixa o público impressionado.

Johnny Blaze reencontra Mefisto, que lhe oferece sua alma de volta se ele derrotar Coração Negro (Wes Bentley), seu filho rebelde que está na Terra e tem por objetivo dominar o mundo.

Segundo os sites especializados em cinema, no seu clímax Motoqueiro Fantasma mostra a luta entre Blaze e o filho de Mefisto. A grande habilidade do herói "é sua capacidade de fazer Coração Negro sentir toda a dor das almas que capturou".

O roteiro e a direção de Motoqueiro Fantasma são de Mark Steven Johnson, o responsável pela adaptação de Demolidor - O Homem Sem Medo (2003) com Ben Affleck no papel principal.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Motoqueiro Fantasma é o destaque no cinema pelotense



O herói dos quadrinhos da Marvel Comics Motoqueiro Fantasma é a grande sensação da sala 1 do Capitólio, em Pelotas. A versão na telona está disponível em até quatro horários no cinema da Anchieta. Na quarta-feira com a promoção da meia entrada, por exemplo, pode-se assistir ao filme as 14:20, 16:40, 19:00 e 21:20.

Depois de clássicos da Marvel - como X-Men e Homem Aranha - saírem dos quadrinhos e invadirem as telas do cinema no mundo inteiro, chegou a vez de mais um herói chegar a telona. Os fãs do motoqueiro com duas “vidas” estavam ansiosos para o lançamento nacional da película. E, para os admiradores pelotenses, não foi diferente.

O protagonista do filme é Nicolas Cage. O ator também é fã do personagem dos quadrinhos. Segundo ele, o Motoqueiro Fantasma é o "super-herói mais descolado da história". E este posicionamento do ator tranquiliza os fãs dos gibis que sempre temem pela versão cinematográfica.

Saiba mais:

quinta-feira, 1 de março de 2007

Exercício 01/03/2007

Matéria “Economia está blindada pelo sucesso, diz Lula”, publicada por Eliane Cantanhêde, Colunista da Folha de S.Paulo.

Link:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u89900.shtml


Análises:

Interatividade: no site da Folha, essa característica do jornalismo on-line apresenta interação com a redação do jornal, com a possibilidade de comunicar erros na matéria. Além disso o leitor pode enviar a matéria para um outro internauta através da opção “enviar por e-mail”.

Customização do conteúdo: a página referida da folha não apresenta esta característica.

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Multimidialidade: não apresenta, nem fotos do encontro ou do personagem da notícia.

Memória: dispõe de um link que transfere o leitor a uma cobertura completa da Folha On-line do segundo mandato do presidente.